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12 de outubro de 2022

Concursos/Desafios 2022

A partir deste mês estão de volta os desafios mensais na nossa biblioteca. Participa até ao dia 20 de cada mês e ganha prémios!!!

Estes são os do mês de outubro:


























27 de maio de 2016

Ler, é para já! - Maio de 2016


Agora é para pensar! - Maio de 2016




MatMagicando - Maio de 2016 (2.º ciclo)




Saber Mais Sobre (SMS) - Maio de 2016



Quem é o autor? - Maio de 2016



Divulgação "Quem é o autor?" - Maio de 2016

José Fanha



José Fanha  (José Manuel Krusse Fanha Vicente), nasceu em Lisboa19 de fevereiro de1951.
É arquitetopoeta e escritor de literatura infanto-juvenil português.
Filho de um oficial do Exército Português e de uma professora de música fez o Ensino Primário no Colégio Marista de Lisboa e no Colégio da Luz (de padres Franciscanos). Fez os seus estudos liceais no Colégio Militar em Lisboa entre 19611968.
Em 1968/69 frequentou o Curso de Formação Artística da Sociedade Nacional de Belas Artes.
Em 1969 entrou para o curso de Arquitetura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa.
Entre 1969 e 1976, enquanto estudava, trabalhou como jornalista no Record e na "Mosca", suplemento humorístico do Diário de Lisboa, como desenhador de Arquitetura no Ministério das Obras Públicas e nos ateliers dos arquitetos Maurício de VasconcelosFrederico Georges e Manuel Vicente. Fez ainda alguns trabalhos como "copy" de publicidade.
De 1974 a 1977 trabalhou como Arquiteto na empresa ESTIL.
Começou a dizer poesia em público no ano de 1969 e continua a atuar frequentemente como poeta, divulgador de poesia e declamador. Como tal, e desde essa data, tem participado em milhares de sessões de animação cultural, sozinho ou acompanhando o grupo dos chamados baladeiros ou cantores de protesto.
Guionista de televisão e cinema, dramaturgo e dramaturgista de teatro, autor de letras para canções e textos para rádio.
Possui participações pontuais como ator em teatrotelevisão e cinema.
É sócio da Associação Portuguesa de Escritores e da Sociedade Portuguesa de Autores.


Principais obras
Poesia
·         "Cantigas da dúvida e do perguntar" (1970)
·         Olho por olho (1976);
·         "Busca" (1977)
·         "Cartas de marear" (1985)
·         "O riso das aves" (1987)
·         "Breve tratado das coisas da arte e do amor" (1995);
·         "Eu sou português aqui" (1995);
·         "Elogio dos peixes das pedras e dos simples" (1999);
·         "Francisco", com colagens de João Abel Manta (2015)

Ficção infanto-juvenil
·         "A porta" (1990);
·         "A noite em que a noite não chegou" (2001);
·         "Cantigas e cantigos" (2004);
·         "Diário inventado de um menino já crescido" (2004);
·         "Poemas com animais" - antologia de poemas portugueses sobre animais (2004)
·         "O dia em que o mar desapareceu" (2005);
·         "Poemas da natureza" - antologia de poemas portugueses sobre a natureza (2006)
·         "Alex ponto com: uma aventura virtual" (2006);
·         "Poemas para um dia feliz" - antologia de poemas felizes portugueses (2007)
·         "O dia em que a mata ardeu" (2007)
·         "Alex Ponto Com - Joe Silicone vai à escola" (2007)
·         "Zulaida e o poeta" (2007)
·         "Missão em Happy-Cosmos", em conjunto com Luísa Beltrão (2008)
·         "Os sapatos do Pai Natal" (2008)
·         "Alex ponto com: Mary Lob, a lagosta assassina"(2009);
·         "O dia em que a barriga rebentou" (2009);
·         "Sol negro" em conjunto com Luísa Beltrão (2009)
·         "Histórias para contar em noites de luar" (2010);
·         "Esdrúxulas, graves e agudas, magrinhas e barrigudas" (2010);
·         "O meu amigo Zeca Tum-Tum e os outros" (2010);
·         "Era uma vez a República" (2010)
·         "Cantigas e cantigos para formigas e formigos" (2010);
·         "Dentinho dentola dentão" (2011);
·         "A namorada japonesa do meu avô" (2011);
·         "Quando o sol está a brilhar" (2013);
·         "As orelhas voadoras" (2013);
·         "Mão no chão e pé no ar" em conjunto com Daniel Completo (2014);
·         "Era uma vez o 25 de Abril" (2014)
·         "Histórias na ponta de um sorriso" (2014)
·         "Ailé ailé - Zeca Afonso cantado e contado às crianças" em conjunto com Daniel Completo (2015)
·         "Era uma vez eu" (2015)
·         "Alfredo Keil - A Pátria acima de tudo" (2015)

Algoritmo: 1.º ciclo - Maio de 2016

 

27 de abril de 2016

Divulgação "Quem é o autor?" - Abril de 2016

IRENE LISBOA

Irene do Céu Vieira Lisboa nasceu em Casal da MurzinheiraArruda dos Vinhos, a 25 de dezembro de 1892  e morreu em Lisboa a 25 de novembro de 1958.
Foi escritora, professora e pedagoga portuguesa.
Formou-se na Escola Normal Primária de Lisboa, depois continuou os estudos na SuíçaFrança e Bélgica onde se especializou em Ciências de Educação, permitindo-lhe escrever várias obras sobre assuntos pedagógicos.

Começou a vida profissional como professora da educação infantil.
Em 1932 recebeu o cargo de Inspetora Orientadora do ensino primário e infantil. Como destaca Rogério Fernandes: «o programa de tal departamento desenhado por Irene Lisboa, reformulava de alto a baixo as funções de um órgão estatal até aí consagrado, exclusivamente, ao controlo ideológico, administrativo e disciplinar dos docentes.» Eis a razão porque Irene Lisboa foi afastada do cargo, primeiro para funções burocráticas – foi nomeada para o Instituto de Alta Cultura – e depois, em 1940, definitivamente afastada do Ministério da Educação e de todos os cargos oficiais, por recusar um lugar em Braga. Na verdade, foi uma forma de exílio para uma pedagoga incómoda pelas suas ideias avançadas.
Irene Lisboa dedicou-se por completo à produção literária e às publicações pedagógicas, depois de se reformar aos 48 anos. No entanto não foi livre na expressão dos seus pensamentos. «Restavam-lhe a imprensa, o livro, a conferência. Grande parte das suas intervenções têm, precisamente, esses suportes, mas convém não esquecer que o controlo censório exercido pela ditadura salazarista sobre a expressão pública do pensamento não lhe permitiu certamente a transmissão das suas opiniões com toda a claridade.»
A escrita dominou toda a sua vida. A obra literária que produziu foi elogiada por alguns dos seus pares como José Rodrigues MiguéisJosé Gomes Ferreira e João Gaspar Simões, embora nunca tenha tido grande aceitação por parte do público.
Em homenagem à pedagoga Irene Lisboa a Federação Nacional dos Professores  (FENPROF) fundou, em 12 de Janeiro de 1988, o Instituto Irene Lisboa.


Principais obras
Poesia
Um dia e outro dia… – Diário de uma mulher -1936
Outono havias de vir latente triste - 1937
Folhas soltas da „Seara Nova" – 1929/1955
Poesia – I - 1991

Prosa - Novelas
Começa uma Vida - 1940.
Voltar atrás para Quê? - 1956)
Título Qualquer Serve para Novelas e Noveletas - 1958
Treze Contarelos Que Irene Escreveu e Ilda Ilustrou - 1926
Queres ouvir? Eu conto - Histórias para maiores e mais pequenos se entreterem - 1958

Prosa - Diários
Solidão – Notas do Punho de uma Mulher - 1939
Apontamentos - 1943
Solidão - II - 1966


Quem é o autor? - Abril de 2016



Ler, é para já! - Abril de 2016


Saber Mais Sobre (SMS) - Abril de 2016



Algoritmo: 1.º ciclo - Abril de 2016

 

MatMagicando - Abril de 2016 (2.º ciclo)






Agora é para pensar! - Abril de 2016






20 de março de 2016

Divulgação "Quem é o autor?" - Março de 2016

Guerra Junqueiro


Abílio Manuel Guerra Junqueiro nasceu em LigaresFreixo de Espada à Cinta, a 15 de setembro de 1850 e morreu em Lisboa7 de julho de 1923.
Foi um alto funcionário administrativo, político, deputadojornalistaescritor e o poeta mais popular da sua época e o mais típico representante da chamada "Escola Nova".
A sua poesia ajudou a criar o ambiente revolucionário que conduziu à implantação da República.
Entre 1911 e 1914 foi embaixador de Portugal na Suíça (o seu título era de "ministro de Portugal na Suíça").
Estudou os preparatórios em Bragança, matriculando-se em 1866 no curso de Teologia da Universidade de Coimbra. Compreendendo que não tinha vocação para a vida religiosa, dois anos depois transferiu-se para o curso de Direito. Terminou o curso em 1873.
Entrando no funcionalismo público da época, foi secretário-geral do Governador Civil dos distritos de Angra do Heroísmo e de Viana do Castelo.
Em 1878, foi eleito deputado pelo círculo eleitoral de Macedo de Cavaleiros.
Guerra Junqueiro iniciou a sua carreira literária de maneira promissora em Coimbra, no jornal literário A folha, dirigido pelo poeta João Penha, do qual mais tarde foi redator. Aqui cria relações de amizade com alguns dos melhores escritores e poetas do seu tempo, grupo geralmente conhecido por Geração de 70.
Guerra Junqueiro desde muito novo começou a manifestar notável talento poético, e já em 1868 o seu nome era incluído entre os dos mais esperançosos da nova geração de poetas portugueses. No mesmo ano, no opúsculo intitulado "O Aristarco português", apreciando-se o livro "Vozes sem eco", publicado em Coimbra em 1867 por Guerra Junqueiro, já se prognostica um futuro auspicioso ao seu autor.



Principais obras
·         Viagem À Roda Da Parvónia
·         A Morte De D. João  (1874)
·         Contos para a Infância  (1875)
·         A Musa Em Férias  (1879)
·         A velhice do padre eterno (1885)
·         Finis Patriae (1890)
·         Os Simples (1892) 
·         Oração Ao Pão  (1903)
·         Oração À Luz  (1904)
·         Gritos da Alma  (1912)
·         Pátria  (1915)
·         Poesias Dispersas  (1920)
·         Duas Paginas Dos Quatorze Annos 

·         O Melro