20 de março de 2016

Divulgação "Quem é o autor?" - Março de 2016

Guerra Junqueiro


Abílio Manuel Guerra Junqueiro nasceu em LigaresFreixo de Espada à Cinta, a 15 de setembro de 1850 e morreu em Lisboa7 de julho de 1923.
Foi um alto funcionário administrativo, político, deputadojornalistaescritor e o poeta mais popular da sua época e o mais típico representante da chamada "Escola Nova".
A sua poesia ajudou a criar o ambiente revolucionário que conduziu à implantação da República.
Entre 1911 e 1914 foi embaixador de Portugal na Suíça (o seu título era de "ministro de Portugal na Suíça").
Estudou os preparatórios em Bragança, matriculando-se em 1866 no curso de Teologia da Universidade de Coimbra. Compreendendo que não tinha vocação para a vida religiosa, dois anos depois transferiu-se para o curso de Direito. Terminou o curso em 1873.
Entrando no funcionalismo público da época, foi secretário-geral do Governador Civil dos distritos de Angra do Heroísmo e de Viana do Castelo.
Em 1878, foi eleito deputado pelo círculo eleitoral de Macedo de Cavaleiros.
Guerra Junqueiro iniciou a sua carreira literária de maneira promissora em Coimbra, no jornal literário A folha, dirigido pelo poeta João Penha, do qual mais tarde foi redator. Aqui cria relações de amizade com alguns dos melhores escritores e poetas do seu tempo, grupo geralmente conhecido por Geração de 70.
Guerra Junqueiro desde muito novo começou a manifestar notável talento poético, e já em 1868 o seu nome era incluído entre os dos mais esperançosos da nova geração de poetas portugueses. No mesmo ano, no opúsculo intitulado "O Aristarco português", apreciando-se o livro "Vozes sem eco", publicado em Coimbra em 1867 por Guerra Junqueiro, já se prognostica um futuro auspicioso ao seu autor.



Principais obras
·         Viagem À Roda Da Parvónia
·         A Morte De D. João  (1874)
·         Contos para a Infância  (1875)
·         A Musa Em Férias  (1879)
·         A velhice do padre eterno (1885)
·         Finis Patriae (1890)
·         Os Simples (1892) 
·         Oração Ao Pão  (1903)
·         Oração À Luz  (1904)
·         Gritos da Alma  (1912)
·         Pátria  (1915)
·         Poesias Dispersas  (1920)
·         Duas Paginas Dos Quatorze Annos 

·         O Melro 

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